Falar livremente de tudo. Incidir sobre as questões diretamente relacionadas com a cidade de Peniche (Inaugurado a 4 de Abril de 2009)
terça-feira, 3 de maio de 2016
SIMPLES PENSAMENTO
Que não tenhamos a pretensão de achar que o que é nosso se eterniza. Melhor será não dar nada como garantido, porque de tudo o que possuímos hoje, poderá não restar nada amanhã.
Paulo Gonçalves
sexta-feira, 29 de abril de 2016
CAMINHO VERDADE E VIDA
Hoje, pela manhã,
abri, como habitualmente, a janela do meu quarto. De imediato entrou a brisa
refrescante da manhã. O sol inundava de claridade toda a rua. Olhei para o azul
do céu e pareceu-me que o sofrimento da minha vida terrena não fazia sentido.
Naquele momento, Jesus oferecia-me o seu bom dia.
Senhor! Ajuda-me a aceitar
a tua vontade, a reconhecer todo o bem que me ofereces todos os dias e em todas
as coisas. Só deste modo conseguirei seguir sem medo e confiante que tu me
agarraste e colocaste no teu colo para a teu lado seguir.
Paulo Gonçalves
segunda-feira, 25 de abril de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
TOME NOTA
"Você quer ser
feliz por um instante? Vingue-se. Você quer ser feliz para sempre?
Perdoe."
(Tertuliano)
PROVÉRBIOS POPULARES
"Abril chuvoso, Maio ventoso e Junho amoroso, fazem um ano formoso"
Quer isto dizer que o ano correrá bem sobre todas as perspectivas quer na agricultura, no mar e nas estações.
E POR FALAR...
Encontramos, nos bairros sociais,
pessoas que vivem abaixo do limiar de pobreza. É frequente encontrar alguns
vizinhos mais novos que auxiliam os mais idosos, de capacidades mais limitadas
e com menores recursos, através da entrega de uma sopa ou de uma ou outra
refeição. Aqui encontramos o teu reino senhor!
A caridade é cada vez mais necessária
pois Jesus está no rosto de cada um. Ensina-me senhor, a reconhecer-te.
Ensina-me senhor a encontrar-te pois só assim serei conhecedor do teu reino e
poder aspirar à salvação.
Paulo Gonçalves
VIDA
Tenho para mim.
Que esta vida prega partidas.
Levanto-me e caio
Por ruelas escondidas.
Suplício que teima em descer.
Dos meus olhos vai rolando.
Pudera eu não ter…
Este suplício murmurando.
Os sons que a mim chegam,
Oriundos de terras distantes.
Conduzem o meu imaginário
A um vale de ilusões errantes.
Cheio de pedras, meu caminho.
Seguindo em contornos desabridos.
Pelas mágoas da minha vida.
Vou ficando sem sentidos!
Paulo Gonçalves
HOMENAGEM AO PESCADOR
O humilde pescador
Com dignidade e amor
Honra a sua profissão
Faz da pesca a sua arte
E em qualquer barco parte
Pescando o peixe, seu pão.
Deixa a família e o lar
E vai para a faina do mar
Cheio de esperança e coragem
Pesca ao sabor da maré
Rezando com muita fé
À Senhora da Boa Viagem
Quando termina a pescaria
Numa grande euforia
Regressa ao cais de partida
Tem a família no coração
Na alma a convicção
Que o mar é a sua vida
Com os anos passando
À reforma vai chegando
E recorda com saudade
Nas águas do mar pescou
E em terra gravou
Toda a sua felicidade.
Lucília Gaspar
MOMENTOS...
Que saudades
sinto, quando me lembro dos quintais e fazendas que existiam por trás da minha
casa que se situava na rua de S. Vicente, em Peniche de Cima. Quando soprava o
vento Norte ouvia o barulho do mar. As canas que faziam corrente de proteção
entre fazendas, balbuciavam energicamente ao sabor do vento. Na cozinha ouvia,
junto à porta e na chaminé, o vento, e este barulho era mágico. Durante o dia
passeava-me por uma das fazendas que pertencia a uma tia do meu pai. Esta
fazenda era detentora de muitas árvores de fruta; Pereiras, Nespereiras e uma Figueira
que frutificava uns figos muito doces. Cheguei a passar mal por comer tantos.
A tia do meu
pai tinha ainda, semeadas, batatas, cenouras, couves e todo o tipo legumes.
Fazia ainda, criação de galinhas e coelhos.
Tantas
brincadeiras, tantos sonhos, coisas tão simples que me fazem sentir saudades
até do barulho daquele vento que ouvia na cozinha quando jantava, numa normal
noite de Inverno.
Paulo Gonçalves
sábado, 2 de abril de 2016
PENICHE, DATAS E TRADIÇÕES
Capitulo 6
A Fortaleza de Peniche sofre, em 1932, uma “Recaída Histórica” passando a ser utilizada como cadeia de presos políticos adversários da ditadura do Estado Novo.
A Fortaleza de Peniche sofre, em 1932, uma “Recaída Histórica” passando a ser utilizada como cadeia de presos políticos adversários da ditadura do Estado Novo.
Fonte de Investigação: Livro de Luís Correia Peixoto (100
Anos Através da Fotografia).
Paulo Gonçalves
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