Falar livremente de tudo. Incidir sobre as questões diretamente relacionadas com a cidade de Peniche (Inaugurado a 4 de Abril de 2009)
terça-feira, 15 de setembro de 2015
domingo, 13 de setembro de 2015
sábado, 12 de setembro de 2015
RETICÊNCIAS...
A passagem dos anos vai adicionando marcas à nossa vida. Uma
dessas marcas é a nostalgia que por vezes, se traduz em saudades dos momentos
de juventude. Não aproveitamos a capacidade que temos para valorizar a
sabedoria que os anos nos vão oferecendo, nem nos regozijamos no crescimento
natural das nossas vidas. Tudo passa pela vontade de parecermos mais jovens
ficando na nossa memória que os anos de juventude foram os melhores da nossa
vida, sendo que estes até foram de inseguranças sentidas e de ignorância em
relação à felicidade. Afinal é bom viver, é bom crescer e é uma graça de Deus
envelhecer!
Paulo Gonçalves
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
CAMINHO
Não sei para
onde ir!
Não sei que
rumo tomar!
Estou à
deriva!
Entre
voltas, revoltas, de mar…
Entre sonhos
e fantasias,
Escondidas e
por realizar.
Não sei…
Disso não passarei…
Se teimo, em
bússola, não possuir!
Para o caminho
encontrar…
Sempre
andarei a boiar.
À deriva
perdido!
Paulo
Gonçalves
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
domingo, 6 de setembro de 2015
sábado, 5 de setembro de 2015
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
PORQUE NÃO RECORDAR?
O mundo gira, gira, gira.
A vida passa, passa, passa...
E o vento sopra os nossos sonhos,
lá para o céu!
Grande parte da minha infância
foi vivida em Peniche de Cima. Não posso esquecer aquele mar revolto, que
saltava por cima das muralhas, em dias de nortada e que cobria a praia de
limos. A paisagem tornava-se diferente e com ela vinha um forte e inebriante
aroma a limo e maresia. Em dias de tempestade o largo destas muralhas ficava
cheio de água e era lá que eu e os meus amigos brincávamos. Lembro que esperava
ansiosamente que chovesse para termos o nosso lago privado. Passei horas a
olhar para o céu e para o mar, este mar que me fez sonhar e sentir feliz.
Corria, andava de bicicleta e brincava com carrinhos de cana com bóias de pesca,
feitos pelo meu pai. O mar era sempre meu companheiro. Forte da Luz, Praia do
Quebrado e Praia de Peniche de Cima eram para mim, locais de sonho e aventuras
de piratas, marinheiros soldados e tantas outras coisas que me deixam tantas
saudades. À noite de regresso a casa sonhava com o dia seguinte, muitas vezes
ao som da chuva que caía lá fora e que eu gostava tanto de ouvir. Sentia-me
protegido. Sentia-me feliz.
Se quisermos, Deus tomará sempre as nossas vidas em suas mãos.
Paulo Gonçalves
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Subscrever:
Mensagens (Atom)










