segunda-feira, 15 de novembro de 2010

MONSENHOR BASTOS

Capitulo 9

Em Peniche as suas marcas são visíveis; Uma avenida com o seu nome, um monumento a Nossa Senhora da Boa Viagem e todo o património que foi sendo criado por si em prol do bem-estar, da educação, da fé, do desporto e do amor em Cristo.
Marcou muitas gerações. É de facto, uma figura incontornável. Alguém que nunca esquecerei, porque em momentos de solidão e algo confusos foi, para mim, um farol orientador.
Hoje, muito do que sou, aprendi através dos seus ensinamentos, das suas palavras, da sua postura, da sua maneira muito cristã de dar amor. Nunca esquecerei as suas homilias em que por diversas vezes dizia: Nenhuma criança deste mundo deveria saber o que é sentir fome. No mundo existe alimento suficiente para todos, menos para alimentar a ganância de alguns! Ai meu povo que te perdes no que não é essencial. Só em Deus é possível ser feliz. Só em Deus é possível ser amor. Só em Deus é possível dar Amor!
Fez-me chorar por diversas vezes. Fez com que amasse cada vez mais a Cristo e Maria. Por ele senti muitas vezes o quanto me amavam, o quanto não desistem de mim.
Amor foi o que demonstrou por todos. Toda a sua vida foi evangelização.

 Informações: Monsenhor Bastos (Homilias), Amigos e Diversos Documentos Paroquiais.
Texto: Paulo Gonçalves

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

MONSENHOR BASTOS

Capitulo 8

Recentemente, o clube “Stella Maris” foi sujeito a uma profunda remodelação por todas as salas, café e secretaria paroquial. A igreja de Nossa Senhora de Ajuda sofreu também uma ampla remodelação, um grande desejo de Monsenhor Bastos. Deu-se também início à construção do novo Lar de Santa Maria.
Tinha um grande carinho pelos diversos grupos; Escuteiros, Acólitos, Corais, Cursos de Cristandade, Apostolado do Mar, Catequeses, Grupos de Jovens, etc.
Monsenhor Bastos Faleceu no dia 12 de Junho de 2010 e com ele deixou um grande vazio.
Ele era o Padre das palmas, da alegria, do amor.

Informações: Monsenhor Bastos (Homilias), Amigos e Diversos Documentos Paroquiais.
Texto: Paulo Gonçalves

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO

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Desde meados do século 20, o horário de trabalho tem tendência a uma redução progressiva. Nos anos 80 e 90, tende a flexibilizar-se com turnos e tempos de trabalho variáveis ou parciais de forma a conseguir uma máxima produtividade. Em 1986, Portugal, adere à Comunidade Europeia (CEE) verificando-se um grande salto qualitativo em termos das infra-estruturas necessárias no nosso país com base nos fundos comunitários. Com o incremento a nível económico repercutiu-se em termos sociais, e na verdade a sociedade mudou. Neste momento, seria bom reflectirmos sobre a evolução actual. Será que, neste momento, evoluímos?
Paulo Gonçalves

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A FRASE DA SEMANA

A paciência é um objectivo humano nem sempre atingível.
(Paulo Gonçalves)

OS SANTOS DA SEMANA

(Semana 46)
14.11.10 – S. Josafate
15.11.10 – S. Alberto Magno
16.11.10 – Stª Gertrudes
17.11.10 – Stª Isabel da Hungria
18.11.10 – Beato Domingos Jorge
19.11.10 – Stª Matilde
20.11.10 – S. Félix de Valóis

Paulo Gonçalves

sábado, 6 de novembro de 2010

PALAVRAS SOMENTE

"Ventos de Poesia"


Palavras… Palavras soltas!
Palavras que tanto dizem…
…Dizem do teu amor
Fazem-me sentir senhor
Desse teu ser, que meu é.
Desse verbo amar, que se faz.
Deste eu, que teu sou!
Dizer de amor, eu sei!
Dizer tanto do que não dou!
Esse olhar cheio de voz
Nestas mãos cheias de força
Balanceando em verdade imensa
Porque encontro nestes dons
A força da tua presença!

Paulo Gonçalves

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO

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Em Portugal, até aos anos 60, o mercado de trabalho estava estagnado, baseava-se no esforço físico e na ruralidade, com uma grande carga horária e meios muito rudimentares não deixando margem para a criatividade dos trabalhadores. O novo regime obedecia a dois pilares, a estagnação e isolamento. A partir dos anos 60, dá-se a abertura ao exterior. Portugal adere à E.F.T.A (Associação de Comércio Livre). As relações com outros países intensificam-se, contribuindo para um aumento das exportações, o poder de compra das famílias aumenta, ano após ano, o que conduz ao incremento da produção.
Porque será que este ciclo foi quebrado?
Paulo Gonçalves

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

VENTOS DE POESIA

Abismo
Porque teimo em me deitar,
Nesta cama de rasgados e ásperos lençóis.
Onde afundo a minha alma
…Para morrer depois!

Porque me comprometo e me torturo?!
Se com este sentimento impuro.
Me vou desgraçando em vida,
E não encontro o que procuro.

Vou semeando o receio,
Por pura e pesada consciência.
Perdendo-me em devaneio
Comprometendo a minha existência

Para minha grande consolação
Resta-me a certeza,
Dessa tua imensidão
Que resgata o meu coração!

Paulo Gonçalves

MONSENHOR BASTOS

Capitulo 7
A par de toda a obra, a sua persistência era impressionante, mesmo nos momentos mais difíceis. As visitas por toda a Diáspora no mundo fizeram sentir-se lembrada, a população da nossa localidade espalhada pelo mundo e por todo o país. Valeram-lhe, ainda, verbas necessárias para conseguir concretizar os objectivos idealizados para Peniche. Momentos houve, em que as Festas em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem estiveram em risco de não acontecerem por falta de verbas, isso foi ultrapassado pois era o próprio Monsenhor Bastos que se dirigia aos fornecedores, como por exemplo os dos fogos de artifício para conseguir um contrato mais favorável e tornar assim possível a realização dos referidos festejos.
Em 1981 foi nomeado Monsenhor, pelo então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. António Ribeiro.

Informações: Monsenhor Bastos (Homilias), Amigos e Diversos Documentos Paroquiais.
Texto: Paulo Gonçalves

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A FRASE DA SEMANA

A caridade é fruto do sentimento cristão.
(Paulo Gonçalves)

OS SANTOS DA SEMANA

(Semana 45)

07.11.10 – S. Ernesto
08.11.10 – S. Godofredo
09.11.10 – Ded. Basílica de Latrão
10.11.10 – S. Leão Magno
11.11.10 – S. Martinho
12.11.10 – S. Renato
13.11.10 – S. Diogo

Paulo Gonçalves

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO

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O Euro é a nossa moeda (única). Hoje podemos viajar na zona Euro sem ter que trocar a moeda na fronteira. Vivemos num mercado único com menores flutuações cambiais. O Euro é uma moeda forte e conceituada, óptima para usar mesmo fora da zona Euro.
Este facto traduz-se numa importância relevante para alguns. Isto acontece porque a grande maioria dos portugueses não é possuidora de condições financeiras para viajar.
Paulo Gonçalves