quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A FRASE DA SEMANA

A vida é uma sucessiva passagem de obstáculos e níveis.
(Paulo Gonçalves)

OS SANTOS DA SEMANA

OS SANTOS DA SEMANA
(Semana 43)
24.10.10 – Stº. António Maria Claret
25.10.10 – S. Crispim
26.10.10 – S. Rústico
27.10.10 – Beato Gonçalo de Lagos
28.10.10 – S. Simão e Judas
29.10.10 – S. Narciso
30.10.10 – Stª. Doroteia
Paulo Gonçalves

sábado, 16 de outubro de 2010

CÍRIOS A Nª SRª DOS REMÉDIOS

16 E 17 DE OUTUBRO DE 2010
Tendo em conta a tradição, a imagem de Nª SRª dos Remédios terá aparecido na mesma altura em que foi encontrada a da Nª Senhora da Nazaré, por volta do ano 1179. Após a invasão do território pelos árabes em 715, os cristãos da Atouguia da Baleia e imediações veneravam numa pequena ermida uma imagem da Virgem Maria. Receosos dos insultos e da profanação das sucessivas vagas de sarracenos que iam tomando e pilhando a região, resolveram aqueles cristãos esconder a imagem venerada num dos antros cavernosos da então ilha de Peniche. Foi já nos finais do século XII que um salteador encontrou nessa mesma caverna uma pequena imagem de Nossa Senhora, com cerca de trinta e três centímetros, representando a Virgem Mãe com o Menino Jesus nos braços. O homem terá narrado a descoberta a umas crianças que ali se entretinham a apanhar conchas. Estas, logo se encarregaram de espalhar tão untusiasmante notícia e em pouco tempo o povo acorreu em grande número para apreciar tão notável achado. Dando devido acolhimento à Virgem, os fiéis levaram-na triunfalmente até à igreja de S. Vicente, na época existente em Peniche de Cima, nas imediações da actual Igreja Matriz de Nª Srª da Ajuda. No entanto, no dia seguinte, foram encontrar novamente a pequena imagem da Virgem Maria na Gruta onde havia sido encontrada pelo salteador. Compreendeu então o povo que era ali que a Senhora queria permanecer. Sendo aí venerada, puseram-lhe velas acesas e desfazendo as arestas mais salientes da gruta aí construíram um altar, colocando a imagem da Senhora no mesmo lugar onde havia aparecido. A notícia destes acontecimentos espalhou-se rápidamente pelas redondezas e o povo logo começou a acorrer com os seus votos, esmolas e ofertas, conseguindo assim, edificar uma ermida junto à gruta. Crescendo a devoção a esta imagem que passou a ser designada de Nª Srª dos Remédios, decidiu o povo construir-lhe uma mais vasta capela ficando a primitiva a servir de capela-mor. Esta nova construção que será dos séculos XV ou XVI, proporcionou um amplo espaço para o crescente número de peregrinos que ali acorriam e que estabeleceram o hábito de ali peregrinar sob a forma de Círios.
A tradição mantém-se.
O Santuário fica localizado na periferia da península de Peniche, na estrada do farol do Cabo Carvoeiro. Tem especial encanto a capela imbuída da devoção do povo do mar e dos concelhos limítrofes. O santuário congrega muitos devotos que, em círios organizados durante o verão, aí se deslocam, em resgate de promessas conseguidas ou imploradas, sendo a romagem mais importante no terceiro fim de semana de Outubro. A capela é revestida com azulejos azuis e brancos seiscentistas da autoria de António de Oliveira Bernardes, historiando a vida da Padroeira e um painel com o Calvário. Com data do século XVIII e representando cenas da Paixão de Cristo. A imagem de Nossa Senhora situa-se na sua capela-mor e a imagem de Cristo situada na Capelinha do Senhor Morto. Este imóvel está classificado como Imóvel de Interesse Público.

Fonte:lifecooler.pt


Paulo Gonçalves

terça-feira, 12 de outubro de 2010

OLHO DE PÁSSARO

“A EMIGRAÇÃO”

Noutros tempos, era bom, vermos os nossos compatriotas emigrados na Europa e Estados Unidos, de regresso à terra que os viu nascer. Eram detentores de uma mão cheia de sonhos sustentados por uma vida de trabalho árduo nos países de acolhimento. Visionavam esses sonhos como se fora a segunda etapa das suas vidas: a casinha na terra; um pequeno negócio; o regresso dos filhos em idade escolar, para que a língua materna não se apagasse das suas memórias, ou porventura, usufruindo das reformas que lhes foram garantidas como contributo do seu trabalho.
É penoso, nos dias de hoje, os emigrantes não apostarem no regresso ao país de origem: “Os filhos estão integrados noutra cultura, e os netos não falam a nossa língua”. Enfim, as perspectivas de futuro esfumaram-se nos seus horizontes. Restando apenas a saudade do que deixaram ficar para trás quando partiram.
Urge, repensar nas políticas praticadas para com estes cidadãos que contribuíram não só para a sua melhoria económica, como para o engrandecimento de um pequeno país, como o nosso, que por vezes, sobreviveu com o empenho vindo destas forças de trabalho.

Raízes M/Peniche

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO

3
Reduzir os consumos para economizar e preservar o ambiente salvaguardando o futuro é cada vez mais um dever cívico. Se vivesse numa moradia optava pela energia solar, o que me permitia a obtenção de calor, aproveitando um recurso natural que é o Sol, reduzindo assim a respectiva factura. Os recursos esgotam-se e ninguém tem noção disso. Criou-se a ideia comodista do “Amanhã logo se vê” e assim vamos andando nos nossos dias, até um dia…

Paulo Gonçalves

A FRASE DA SEMANA

A revolta é quase sempre, sinal de perda de razão.
(Paulo Gonçalves)

OS SANTOS DA SEMANA

(Semana 42)
17.10.10 – Sto. Inácio de Antioquia
18.10.10 – S. Lucas Evangelista
19.10.10 – S. Pedro de Alcântara
20.10.10 – Stª Irene
21.10.10 – Stª Úrsula
22.10.10 – Stª Maria Salomé
23.10.10 – S. João de Capristano
Paulo Gonçalves

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

MONSENHOR BASTOS

Capitulo 3
A chegada a Peniche iria revelar face a face a dura realidade. Um povo que vivia no limiar da miséria, onde as carências sociais estavam escancaradas nos rostos das pessoas.
Peniche necessitava de tudo. Peniche tinha fome e estava ávida de alguém que se preocupasse consigo. As crianças não tinham roupa, comida, lar. Os idosos viviam em abandono. O defeso era horrível para quem vivia do mar e que pedia, constantemente fiado na mercearia.
Muitas pessoas, nem sequer um naco de pão tinham para comer. Tudo isto tocou fundo no coração daquele que tudo quis dar a este povo. Numa só palavra; AMOR!

Informações: Monsenhor Bastos (Homilias), Amigos e Diversos Documentos Paroquiais.
Texto: Paulo Gonçalves

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

CONFIANÇA EM DEUS

Que alegria ao abrir o meu computador!
Que conforto ao saber que o meu canto foi todo verificado e se comprovou que tudo está na legalidade!
Que vitória ao verificar que a maldade não venceu!
Que bom é sentir que o meu testemunho é, apenas e só, o meu testemunho.
Algo dado desinteressadamente, de forma sincera, cheia de gosto e sentimento.
Mas a maior vitória é comprovar em vida, que a confiança depositada naquele que rege todo o meu ser, vale mesmo a pena! Amor maior é este reconhecimento, é esta presença, é esta alegria que agora sinto.
Obrigado a todos os que vêm ao meu Blogue e a quem comigo colabora.
OBRIGADO A DEUS!

Paulo Gonçalves

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A FRASE DA SEMANA

A nossa passagem pelo mundo será sempre um testemunho.
(Paulo Gonçalves)

OS SANTOS DA SEMANA

(Semana 41)
10.10.10 – S. Daniel
11.10.10 – Maternidade de Nossa Senhora
12.10.10 – S. Serafim
13.10.10 – S. Eduardo Rei
14.10.10 – S. Calisto I
15.10.10 – Stª Teresa de Ávila
16.10.10 – S. Florentino
Paulo Gonçalves

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

AMÁLIA RODRIGUES CANTA O FADO "BARCO NEGRO"

O QUE ME FICOU NO GOTO
 
AMÁLIA RODRIGUES
Grande diva do fado.
Falar de Amália é falar de Portugal. Uma voz única que a minha mãe ouvia constantemente em casa. Este facto fez com que crescesse a gostar dos fados de Amália Rodrigues
Paulo Gonçalves

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O MEU CANTINHO SOLITÁRIO

2
Nos meus tempos de infância, o ensino exercia sobre nós uma pressão e uma rigidez que me faziam sentir receio da escola. A minha professora era também muito rígida e recorria a métodos e castigos físicos, muito utilizados nessa época (reguadas, puxões de orelhas, etc.) e psicológicos (estar de joelhos meia ou uma hora, em frente de toda a turma). Eram mais que muitos, mas reconheço que era uma boa professora, ainda somos amigos.
Hoje as coisas são bastante diferentes e as pessoas regem-se pelas facilidades que a sociedade oferece. O facilitismo está presente em tudo.
Será que somos melhores do que o éramos?

Paulo Gonçalves