sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

LUZ DE CRISTO


ORAÇÃO – PAZ
ORAÇÃO – AMOR
ORAÇÃO – LIGAÇÃO
ORAÇÃO – EQUILIBRIO
AMOR INFINITO DO PAI
QUE ME FAZ CAMINHAR
QUE ME DÁ FORÇA
QUE ME AFAGA E ME PEGA AO COLO
QUANDO ORO, ESTOU LIGADO, AGARRADO, COLADO
ESTOU JUNTO, MUITO JUNTO, NUMA GRANDE UNIÃO DE AMOR
COM SEGURANÇA, CONFIANÇA, ESPERANÇA...
EU CAMINHO COM A CERTEZA DE QUE CRISTO CAMINHA COMIGO,
QUE IMPORTAM AS OUTRAS VOZES SE É A DE CRISTO QUE PRECISO DE OUVIR, SE É ESTE CAMINHO QUE QUERO CAMINHAR, SE É ESTA LUZ QUE PRETENDO SEGUIR.


PAULO GONÇALVES

A HISTÓRIA DO NATAL



Capitulo 4

Jesus, em hebreu, Jehoshua, abreviado em Jeshua, que quer dizer “Javé, é a salvação”, o filho de Deus, segundo o Evangelho, e o Messias anunciado pelos profetas. Nasceu em Belém da Virgem Maria, em 25 de Dezembro do ano de 749 de Roma, embora o cálculo feito no século VI pelo frade Dionísio, e que serve de cronologia da era cristã, colocou o nascimento, erradamente, no ano de 754. Jesus morreu crucificado, no ano 33 da era moderna.

Segundo os Evangelhos, o presépio que serviu de berço ao Menino Jesus foi visitado pelos Reis Magos do Oriente (Baltasar, Belchior e Gaspar).
O rei da Judeia, Herodes, sabendo que a chegada do Messias era anunciada para essa época pelos antigos profetas, ordenou que todos os recém-nascidos fossem assassinados. Perante isto, José (pai adoptivo de Jesus) e Maria decidiram fugir para o Egipto, para salvarem a vida de Jesus. Só depois da morte de Herodes, esta família voltou para Nazaré, na Galileia. Aqui Jesus cresceu, ajudando seu pai adoptivo no trabalho de carpinteiro.

Aos 30 anos, Jesus começou a sua missão, sendo baptizado por seu primo S. João Baptista, nas águas do rio Jordão. Em seguida, dirigiu-se para o deserto onde permaneceu durante 40 dias em jejum e onde resistiu às tentações de Satanás.
Começou por pregar o Evangelho ou a “boa nova” na Galileia, depois dirigiu-se para Jerusalém, lugar onde se deparou com uma hostilidade crescente por parte dos fariseus. Na sua missão, Jesus foi acompanhado pelos seus discípulos, os doze apóstolos, com estes percorreu as cidades da Judeia e da Galileia, pregando a caridade, o amor de Deus e do próximo e realizando inúmeros milagres.
As ideias defendidas por Jesus Cristo fizeram enfurecer os fariseus e os sacerdotes judeus, que acusaram-no perante o governador romano, Pôncio Pilatos, de se dizer Rei dos Judeus e de querer derrubar o governo estabelecido.
Judas, um dos apóstolos, traiu Jesus por 30 dinheiros. Depois de ter celebrado a última ceia e instituído a Eucaristia, Cristo teve de comparecer perante o sumo-sacerdote dos Judeus, Caifás, e em seguida perante a justiça romana, representada por Pôncio Pilatos. Condenado pelo primeiro, abandonado pelo segundo, coberto de ultrajes pelo povo subiu ao Calvário, onde morreu crucificado entre dois ladrões. Ressuscitou ao 3º dia e apareceu a muitos dos seus discípulos, encarregando-os de espalhar a sua doutrina pelo mundo inteiro. Quarenta dias depois da sua ressurreição, subiu aos céus na presença dos seus discípulos.

Esta é a narrativa dos Evangelhos, contudo surgiram críticos, entre os quais Satruss e Renan, que deram diferentes interpretações ao texto.
Em “A vida de Jesus” por Ernest Renan (1863), o autor coloca-se num ponto de vista racionalista. Para Renan, os Evangelhos têm apenas um valor histórico, embora reproduzissem de forma fiel os ensinamentos do Mestre, sublime pessoa a quem é permitido chamar divina, isto porque Jesus foi o indivíduo que fez dar à espécie humana o maior passo para o divino.

Independentemente da visão que se possui do Evangelho, a verdade é que a existência de Jesus é inegável, a investigação científica comprova isso. Existem vários textos históricos que comprovam essa existência.

Bibliografia:
"Lello Universal", volume I, Lello e Irmão Editores

Paulo Gonçalves


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

EXPOSIÇÃO DE PRESÉPIOS





























EXPOSIÇÃO DE PRESÉPIOS












Já está patente ao público a grandiosa exposição de presépios no pavilhão do Stella Maris.
Poderá presenciar vários presépios assim como o habitual presépio gigante. Destaque especial para o presépio elaborado pelo Joaquim José. Uma ideia original do autor que usou diferentes tecidos aplicados e colados a vários tipos de bonecos. Diversas ideias na sua ornamentação foram usadas, oferecendo assim, um brilho muito especial e único a este belíssimo presépio.
Vale a pena visitar esta magnifica exposição em tempo de Natal e aproveitar para lembrar o que motiva a sua celebração, o nascimento de Cristo.

Paulo Gonçalves

COMENTÁRIOS

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Hoje dia 08.12.09 o Blogue “Peniche Livre” e o seu autor, foram alvo de ameaças que serviram de comentário a um poema de grande qualidade Raízes.
A presente informação previne e avisa de imediato que todo e qualquer comentário se encontra, já em formato de Identificação Aberto. O Peniche Livre recebeu apoio dos directórios de Blogues associados na procura da rápida identificação do autor dos referidos comentários.
Mais se informa que já se procedeu à respectiva requisição de identificação para posterior acção penal.
Contrariamente ao desejado, por parte de alguns leitores, o Blogue “Peniche Livre” irá continuar com mais poesia, contos, e muitos artigos de cultura.
Informo ainda que foi requisitada a identificação de todos os comentários anónimos, assim como o bloqueio dos identificadores. Fica assim impedida, a pessoa em questão, de comentar neste Blogue.

Paulo Gonçalves

domingo, 6 de dezembro de 2009

VENTOS DE POESIA


A Casa Do Eco

Era térrea e muito bela.
Guardo a saudade em mim.
Fui feliz, dentro dela.
Jamais terei outra assim.

De parede branca, fina e pura,
Como a pétala da mais bela flor,
Tão grande era a sua lisura.
Como alvo o seu interior.

Tinha duas janelas vidradas.
Delas cintilava um azul... Celestial!
Parecia uma luz, enviada do céu.
Pintada num Santo vitral!

Cor purpúrea, finamente desbotada.
Aquela porta, de estranha dimensão.
Estava aberta… Sem fechadura.
Semelhante, a um coração!

As telhas eram finas e escuras.
De feitio ligeiramente ondulado.
A chuva e o vento as esmaeceram.
Espelhavam da lua o prateado!

O som que emitia era belo.
Eco, que do tempo vem.
Vindo de suas entranhas.
O grito quando nasci…MÃE…!

Raízes M / Peniche

UM CONTO DE NATAL



Em Dezembro via sempre um camião cheio de árvores de Natal e cada uma tinha uma história para contar. O motorista ordenava-as em fila e ficava à espera que as pessoas as viessem comprar. Pendurava umas luzinhas brilhantes e uma placa em que se podia ler em vermelho: ÁRVORES DE NATAL PARA VENDER

Enquanto o homem se servia de chocolate quente, duma garrafa térmica fumegante, uma mãe, um pai e um menino pararam o carro apressados e começaram a procurar a árvore mais bonita de todas.O rapazinho ia à frente e com um olhar reluzente, exclamou:

- Elas têm cheiro de Natal, mãe! Sinto o cheiro de Natal em todo o lado. Vamos comprar uma árvore que chegue ao céu. A maior que pudermos encontrar. Uma árvore que chegue ao tecto e nem dê para carregar. Uma árvore tão grande que até mesmo o Pai Natal, quando olhar, se admire e diga: "Esta é a árvore mais bela que já vi neste Natal!"Para achar o pinheirinho perfeito procuraram com muito cuidado. Aqui e ali, e até mais de uma vez, o pai examinou e balançou mais de seis.

- Mãe, mãe, encontrei, encontrei o pinheirinho de que mais gostei! Tem um raminho partido, mas pode ficar disfarçado. Do anjinho da avó tiraremos o pó e lá no alto ficará a guardar-nos. Podemos comprá-la? Por favor mãe, por favor! - Pediu com fervor.

- Que tal um chocolate quente? - Perguntou o vendedor indulgente, enquanto abria o termo para aquela gente.

- Isto sim vai aquecer o ambiente!E em três pequenos copos de papel serviu o chocolate. Brindavam, esperançosos, a mais um Feliz Natal.

- Escolheste muito bem. Este é realmente o melhor pinheirinho. Feliz Natal! – Disse o homem, amarrando o pinheiro com um cordão. Mas o rapazinho estava triste porque o preço era alto demais para o que o pai podia pagar. Foi então que o vendedor lhe fez uma proposta:

- A árvore é tua com uma condição: Tens de manter uma promessa. Na noite de Natal, quando te fores deitar e rezar, promete guardar no teu coraçãozinho o encanto do Dia de Natal! E agora corre para casa, senão este vento gelado as tuas bochechas vai queimar. E assim foi, com o vento zunindo, durante toda a noite gelada. O bom homem vendeu árvore, após árvore, após árvore. Com cada pessoa que apareceu brindou com o chocolate quente. E quem jurou manter a promessa de guardar no coração o encanto do Natal, saiu na noite contente, cantando canções alegremente. Quando tudo acabou só uma árvore restou. Mas ninguém estava lá para esta árvore adoptar. Então, o homem vestiu o seu grosso casacão e partiu para a floresta com a última árvore da festa. Deixou o pinheirinho perto de um pequeno riacho, para que as criaturas sem casa pudessem fazer dela a sua morada. E sorria enquanto tirava os flocos de neve que na sua barba encontrava. Foi então que por detrás de um arbusto uma rena quase lhe pregou um susto. Olhou para ela e sorriu. Fazendo uma festinha na grande criatura, pensou com brandura: "Parece que o Natal chegou novamente! Ainda temos muito chão e muitas coisas para fazer! Vamos para casa, amiga, trabalhar neste Natal que vai começar. Olhou para o céu, ouviu os sinos a tocar e, num pestanejar, já lá não estava o vendedor.

Baseado Na história de Howard D. F.
Fonte: Natal Todos os Dias

A HISTÓRIA DO NATAL



Capitulo 3

Em Portugal, a distinção popular entre consoadas e presentes é a seguinte:
As ofertas feitas no Natal, aos familiares e amigos designam-se de presentes; já as restantes, efectuadas muitas vezes como forma de agradecimento ou como demonstração de respeito e consideração, recebem o nome de consoadas. Embora, na prática, estas palavras sejam sinónimos, só que as consoadas referem-se apenas aos presentes oferecidos no Natal.

O termo consoada serve não só para designar o banquete familiar da noite de Natal, mas também é utilizado para descrever a entrega de presentes na época de natalícia (até aos Reis) como forma de demonstrar a consideração ou o afecto que se tem por essas pessoas.
Há quem considere que a tradição da entrega de presentes no Natal surgiu graças à lembrança da entrega de presentes ao Menino Jesus por parte dos
Reis Magos. Os presentes de Natal foram ideia do Papa Bonifácio no século VII. No dia de Reis, distribuía pão entre o povo e em troca recebia presentes.
No entanto, este costume surgiu na Roma Antiga e tem uma origem pagã.
O costume das consoadas estabeleceu-se em Roma na mais alta antiguidade. Nesta época enviavam-se ramos cortados num bosque consagrado à deusa Estrénia ou Estrénua, aos magistrados, como testemunho de deferência. Posteriormente, começaram-se a oferecer figos, passas, mel, medalhas de prata ou ouro, entre outros. Houve uma generalização tão grande no Império da entrega de consoadas, que todo povo ia desejar um bom ano novo ao imperador, para isso levavam-lhe como presente dinheiro.Também em Roma, nas saturnálias, festas de homenagem ao deus Saturno, realizadas em meados de Dezembro, era comum as pessoas trocarem velas de cera e estatuetas ou bonecos de terracota.

Também entre os Gauleses existia, provavelmente, o hábito da entrega das consoadas. Estes repartiam entre si ramos de plantas no primeiro dia do ano.
Já na Idade Média, as consoadas constituíam verdadeiras trocas, ao contrário por exemplo de Roma, onde que m recebia as consoadas (o Imperador) não as retribuía. Nesta época, os presentes eram dados tantos por crianças como por adultos.


O costume de colocar presentes debaixo da
árvore de Natal surgiu no reinado de Elisabeth I (filha de Henrique VIII) na Inglaterra, no século XVI. Esta rainha organizava as festas natalícias, recebendo muitos presentes. O número de presentes era de tal forma elevado, que era impossível recebe-los directa e pessoalmente. Assim, adoptou-se o costume de se deixarem esses mesmos presentes debaixo da árvore de Natal montada nos jardins do palácio, em vez de se entregarem pessoalmente.

A entrega de presentes no dia de Natal é sobretudo atribuída ao
Pai Natal, mas também há quem a atribua ao Menino Jesus (com era o caso de Portugal há algumas década atrás), por fim nos países em que os presentes são oferecidos no dia 6 de Janeiro, dia de Reis (como é o caso de Espanha) considera-se que quem dá os presentes são os Reis. Nalguns países europeus os presentes são dados no dia 6 de Dezembro, durante a comemoração da Festa de S. Nicolau, patrono das crianças.
Fonte: Natal Todos Os Dias
Paulo Gonçalves

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

VENTOS DE POESIA


Turbilhão

Sinto vezes sem conta,
ser difícil chegar a ti.
Entender o que não é entendível.
Esvaziar-me de mim e desesperar-me.
Caminhar na verdade, tantas vezes incontornável.
Sorver a dor tão aguda e profunda.
Amargar em dúvidas e sentimentos.
Revolta sentida, calvário penoso e tenebroso.
Desespero em desejo de paz e amor.
Quero viver e morro!
Quero sorrir e choro!
Como grito por ti!
Como já não imploro.

Paulo Gonçalves

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

D. ANTÓNIO FERREIRA VIÇOSO



Capitulo 13

"Ultimo Capitulo"

"Uma Alma Inesquecivel"

Assim viveu o homem que revolucionou a formação do povo mineiro, no Século XIX. Era a única voz de Minas ouvida pelo Imperador D.Pedro II, expressando sempre a este a sua opinião com firmeza e dignidade.
Carlos Drumond de Andrade dedicou a Dom Viçoso o poema Santo Particular que o Estado de Minas publicou em 11 de Maio de 1977. O seu texto, escrito mais de um século após a morte de Dom Viçoso, vem confirmar como os mineiros guardam a memoria daquele que deu nome às cidades e ruas e foi tão importante para nossa Historia cultural, cívica e espiritual. Pequenino e profundo, vale a pena ser lido o Santo Particular:
O santo da família
Humilde e forte, quem pode ele
No céu mineiro
Áureo de legendas?
Não é canonizado? Tanto faz.
E é santo à mão: nosso quase vizinho de Mariana.

“Santinhos”, “bentinhos” encarnados
Não reproduzem sua imagem.
Nem Verónica, nem dia de folhinha
Fazem propaganda deste santo
Mas ele é santo – papai que sabe – afirma.

Dom Viçoso, na alpestre
Cartuxa de Mariana
Fica entre a gente e o Paraíso
Resolvendo os negócios de papai.
Fonte: mundoportugues.org

Paulo Gonçalves

A HISTÓRIA DO TERÇO




Capitulo 13


"Ultimo Capitulo"


*

O rosário é um caminho fácil para redescobrir a oração, que alimenta a fé. Ele oferece-nos a possibilidade de contemplar sinteticamente toda a história da salvação, e reflecte assim, a primitiva pregação da fé. É contemplação essencial, com Maria, no mistério de Cristo. É um “credo transformado em oração”, que, introduzindo-se no nosso dia-a-dia, leva a nossa vida a conformar-se com o chamamento de Deus ao amor, e dá assim, um sentido de eternidade àquilo que fazemos. É uma oração positiva, porque caminha junto com a nossa vida diária.

Com o rosário, vamos dar a mão com confiança a Maria, e pedir-lhe que nos leve a Cristo. É a ela, a primeira entre os fiéis, a quem devemos pedir que nos ajude a viver o que ela viveu ou seja, a realidade da presença de Cristo no meio de nós.
Notas:
1. São Pio V, Bula “Consueverunt Romani Pontifices” (17.9.1569).


Dados do autor:O Padre. Ennio Domenico Staid, O.P. é responsável da Irmandade Dominicana de Novarra (Itália). É autor reconhecido de livros de carácter religioso. Revista Sacerdos, edição Julho - Agosto 2003

Fonte: Reporter de Cristo
portalcot.com
Paulo Gonçalves

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

PROJECTO DE DEUS



José ainda não sabia que o que havia dentro de Maria era fruto de Deus. Mas Deus, justo da forma que o é fez com que em sonho um anjo do senhor revelasse a José que o que havia no ventre de Maria provinha de Deus. Era um filho, que se chamaria Jesus, e que salvaria o seu povo dos pecados. José, despertando do sonho, ouviu a voz de Deus, recebeu a sua mulher e não a conheceu até que ela deu à luz JESUS, o primogénito.

Paulo Gonçalves

A HISTÓRIA DO NATAL


*

Capitulo 2

O Natal é, sem dúvida, uma das celebrações mais complexas do calendário português, no qual se observam elementos de cultos solstícios e dos mortos, cerimónias da liturgia cristã comemorativas do nascimento de Jesus Cristo, entre outros.
Actualmente, devido a uma crescente globalização, o Natal português começa a ser influenciado por outras culturas, sobretudo através dos filmes americanos, um dos factos que comprova este tendência é a substituição do Menino Jesus pelo Pai Natal na entrega dos presentes; os
tradicionais presépios, que representam o nascimento de Cristo (e que constituem um dos motivos mais notórios da estatuária popular portuguesa) têm agora de coexistir com a árvore de Natal, de origem certamente germânica. Contudo, isto não quer dizer que as tradições natalícias portuguesas desapareceram!

No dia 24 Dezembro, véspera de Natal, à noite, em certas partes do país (especialmente no norte) tem lugar a
ceia de Natal (chamada de consoada), nesta serve-se bacalhau cozido e a doçaria cerimonial (rabanadas, sonhos, mexidos, etc.). Ainda no dia 24, no final da ceia, há a missa do galo à meia-noite, embora actualmente esta missa esteja a cair em desuso.

No próprio dia 25, há um jantar melhorado com carnes diversas, em algumas zonas do país no almoço do dia 25 é servida a tradicional “roupa velha” feita com os restos da consoada do dia anterior.

Um costume já quase esquecido é o de durante a ceia do dia 24 evocar-se os mortos, com o seu lugar à mesa, fazendo-se uma duplicação da ceia para eles numa outra sala.

Em certas zonas queima-se o cepo do Natal, particular (nos lares), ou público (nos adros), à volta do qual se cantam canções tradicionais portuguesas.

O Natal é uma ocasião de ofertas e presentes cerimoniais: as
consoadas.
Cabe a nós não destruir a tradição e os costumes sempre baseados no nascimento de Cristo, figura central do Natal.
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Fonte de Pesquisa: Natal Todos Os Dias

Paulo Gonçalves

D. ANTÓNIO FERREIRA VIÇOSO



Capitulo 12


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Firmeza e Convicção


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Ainda citando a vida de D. Viçoso, escreveu D.Gil: “Ao receber alguma vocação adulta no Seminário, perguntava primeiro se o candidato tinha escravos e se não quisesse libertá-los antes do ingresso, não o aceitava. Foi o que aconteceu com certo advogado que se apresentou para receber as ordens religiosas. Perguntado se possuia escravos, respondeu afirmativamente. E se estava disposto a libertá-los, a sua resposta foi negativa, impedindo-lhe D.Viçoso, por causa disto, a ordenaçao sacerdotal”.

Fonte: mundoportugues.org





Paulo Gonçalves

A HISTÓRIA DO TERÇO



Capitulo 12


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A objecção é sempre a mesma: “Não seria melhor trabalhar durante meia hora por um pobre, do que dizer um montão de Ave-Marias? ”. Esta é a actual realidade psicológica da nossa sociedade. Quando falamos da oração em geral, particularmente do rosário, temos que renovar-nos, começando por nós mesmos, e ter ideias claras sobre o seu valor intrínseco. Nenhum cirurgião se torna famoso pelo facto de dar conferências em prestigiosas universidades. Pelo contrário, ele adquire prestígio e fama quando vemos curados os doentes que ele atendeu. Não existirá oração se primeiro não existir a fé, e a fé só cresce num terreno adequado.


Jesus disse aos discípulos: “Orai sem cessar”. Sem oração, o cristianismo reduz-se a pura exterioridade; a ação transforma-se em fim; a caridade evangélica acaba sendo simples filantropia. Por isto, para nós, cristãos, é importante rezar, e rezar o rosário.
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Fonte:Reporter de Cristo
portalcot.com

Paulo Gonçalves