Falar livremente de tudo. Incidir sobre as questões diretamente relacionadas com a cidade de Peniche (Inaugurado a 4 de Abril de 2009)
sexta-feira, 25 de maio de 2018
quarta-feira, 2 de maio de 2018
FORTALEZA
Fortaleza – Foi mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a chave principal do Reino pela parte do mar.
quinta-feira, 26 de abril de 2018
O FIM DA NOITE
A noite, finalmente, clareou
Do silêncio fez-se voz!
O sol, tudo iluminou
Igualdade para nós!
Naquela longa noite
O mar foi sua companhia.
Ao romper da alvorada
Com o sonho se fez dia.
Quase eterno, foi o silêncio,
Imposto sem dignidade
Sofrimento infligido
À sombra dessa maldade!
Nobre povo, amargurado.
Acorrentado entre si
Trazendo um cravo vermelho
Dava ao silêncio, o seu fim!
Neste dia, fez-se dia!
(25 de abril de 1974)
Paulo Gonçalves
Do silêncio fez-se voz!
O sol, tudo iluminou
Igualdade para nós!
Naquela longa noite
O mar foi sua companhia.
Ao romper da alvorada
Com o sonho se fez dia.
Quase eterno, foi o silêncio,
Imposto sem dignidade
Sofrimento infligido
À sombra dessa maldade!
Nobre povo, amargurado.
Acorrentado entre si
Trazendo um cravo vermelho
Dava ao silêncio, o seu fim!
Neste dia, fez-se dia!
(25 de abril de 1974)
Paulo Gonçalves
quarta-feira, 25 de abril de 2018
PENICHE!
Peniche, Peniche, Peniche e mais Peniche!
Terra das nossas alegrias!
Terra de belas ilusões!
Mágica e intemporal!
Encanto das nossas paixões!
Paulo Gonçalves
Terra das nossas alegrias!
Terra de belas ilusões!
Mágica e intemporal!
Encanto das nossas paixões!
Paulo Gonçalves
sexta-feira, 20 de abril de 2018
ALGO SEREI
Sou vento!
Vento próprio.
Nada devo aos ventos,
Nem eles, a mim.
Nada mando neles.
Nem eles, em mim.
Calo a minha voz!
Pois, que me é negada...
Responsabilidade?...Não tenho!
Desbravo caminho...
Na terra abençoada!
Paulo Gonçalves
Vento próprio.
Nada devo aos ventos,
Nem eles, a mim.
Nada mando neles.
Nem eles, em mim.
Calo a minha voz!
Pois, que me é negada...
Responsabilidade?...Não tenho!
Desbravo caminho...
Na terra abençoada!
Paulo Gonçalves
terça-feira, 17 de abril de 2018
MALDADE
Ser desprezível e ignóbil.
Que murmuras um lamento.
Sendo a vida um tormento,
Que se agiganta com o vento.
Inveja desenhada na alma.
Com maldade intemporal.
Nos seu lábios a maledicência
Fomentando um vendaval!
O ódio é sua morada.
O desprezo solidão.
A morte é vida certa.
De quem não tem coração!
Paulo Gonçalves
Que murmuras um lamento.
Sendo a vida um tormento,
Que se agiganta com o vento.
Inveja desenhada na alma.
Com maldade intemporal.
Nos seu lábios a maledicência
Fomentando um vendaval!
O ódio é sua morada.
O desprezo solidão.
A morte é vida certa.
De quem não tem coração!
Paulo Gonçalves
sexta-feira, 13 de abril de 2018
DEUS DARÁ!
Nosso mundo, errante!
Moradas sem dormida.
Meu verão, meu monte, minha fonte!
Estrangulados! Sem vida!
Celeiro parado, a céu aberto.
Escravos de dor, sem guarida!
Pensamento inóspito...
Pobreza desmedida.
Minha alma...sem alento.
Nobre canto. Grande dor!
Que lamento! Que tormento!
Viver sem ti, Senhor!
Paulo Gonçalves
Moradas sem dormida.
Meu verão, meu monte, minha fonte!
Estrangulados! Sem vida!
Celeiro parado, a céu aberto.
Escravos de dor, sem guarida!
Pensamento inóspito...
Pobreza desmedida.
Minha alma...sem alento.
Nobre canto. Grande dor!
Que lamento! Que tormento!
Viver sem ti, Senhor!
Paulo Gonçalves
quarta-feira, 11 de abril de 2018
terça-feira, 10 de abril de 2018
segunda-feira, 9 de abril de 2018
PENICHE
Envolto em ti, nasci!
Ternamente te contemplei.
Enebriado nos aromas e neblinas.
Por ti me apaixonei!
Pensei, serem pura magia...
As rendas em teus rochedos.
Nas ondas do teu mar.
Afugentei os meus medos!
A brisa, temperada de sal.
O horizonte, do pescador.
És terra de devoção.
És sonho do meu amor.
O vento trás-me um segredo,
De ti, não me aparto mais!
Como és bela ó Peniche,
De lendas intemporais.
Paulo Gonçalves
Ternamente te contemplei.
Enebriado nos aromas e neblinas.
Por ti me apaixonei!
Pensei, serem pura magia...
As rendas em teus rochedos.
Nas ondas do teu mar.
Afugentei os meus medos!
A brisa, temperada de sal.
O horizonte, do pescador.
És terra de devoção.
És sonho do meu amor.
O vento trás-me um segredo,
De ti, não me aparto mais!
Como és bela ó Peniche,
De lendas intemporais.
Paulo Gonçalves
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