Falar livremente de tudo. Incidir sobre as questões diretamente relacionadas com a cidade de Peniche (Inaugurado a 4 de Abril de 2009)
sábado, 9 de dezembro de 2017
domingo, 3 de dezembro de 2017
domingo, 22 de outubro de 2017
MEU CAMINHO
Não sei se sou vento...
Ou simplesmente, mar.
Plena é a certeza;
Não abdico do teu olhar.
Nesse refúgio encontro,
Tua alma, tao sentida!
Enredado, me encontro.
Nas vagas da tua vida.
Com o sal de amarga dor
Teu suplício navegando
Meu caminho, teu amor.
Em meus lábios murmurando.
Paulo Gonçalves
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
DECISÃO!
Cansei-me! Cansei-me ti!
Sim...de ti!!!
Que constantemente me humilhas,
Tu que, por tudo e por nada, me apontas o dedo!
Escondes o teu segredo e...
Ordenas que prove o teu medo.
Que ambicionas destruir.
Não me permites viver.
E que me ofereces o sofrer!
Mas se é salvação, de ti fugir.
Como a areia, do seu mar.
Que farei de mim, sem ti.
Se já nem sei navegar.
Não quero estas amarras.
Qual sufoco que vou tendo.
Desejo voltar a viver.
Não me compras! Não me vendo!
NÃO ME COMPRAS! NÃO ME VENDO!
Paulo Gonçalves
Sim...de ti!!!
Que constantemente me humilhas,
Tu que, por tudo e por nada, me apontas o dedo!
Escondes o teu segredo e...
Ordenas que prove o teu medo.
Que ambicionas destruir.
Não me permites viver.
E que me ofereces o sofrer!
Mas se é salvação, de ti fugir.
Como a areia, do seu mar.
Que farei de mim, sem ti.
Se já nem sei navegar.
Não quero estas amarras.
Qual sufoco que vou tendo.
Desejo voltar a viver.
Não me compras! Não me vendo!
NÃO ME COMPRAS! NÃO ME VENDO!
Paulo Gonçalves
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
sábado, 15 de julho de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
terça-feira, 11 de abril de 2017
MINHA PURA DIVAGAÇÃO
Penosos caminhos cruzados
Nos recantos da provação.
Em União revelados,
Os laços do coração.
Sorvo o vento!
Sorvo o mar!
Sorvo a magia,
Desse teu olhar!
Maresias sopradas.
Entrelaçadas no vento!
Nas brumas, reveladas.
Recantos do pensamento!
Constante persistência!
Saudades rendidas.
As ondas salgadas,
São lágrimas sentidas.
Paulo Gonçalves
Nos recantos da provação.
Em União revelados,
Os laços do coração.
Sorvo o vento!
Sorvo o mar!
Sorvo a magia,
Desse teu olhar!
Maresias sopradas.
Entrelaçadas no vento!
Nas brumas, reveladas.
Recantos do pensamento!
Constante persistência!
Saudades rendidas.
As ondas salgadas,
São lágrimas sentidas.
Paulo Gonçalves
segunda-feira, 10 de abril de 2017
NASCERA!
Nascera naquela,
Já longínqua maresia.
Mal teria imaginado,
O que a vida lhe traria.
Num cesto de verga,
Mão cheia de alegria.
Ou não fosse o facto,
De ter nascido nesse dia.
Despercebido nascimento.
Ou quiçá às escondidas.
Vincando o seu firmamento.
Conquistando novas vidas.
Seu horizonte agarrou.
O mundo abraçou.
Em sabedoria cresceu.
Com tudo o que Deus lhe ofertou!
Paulo Gonçalves
Já longínqua maresia.
Mal teria imaginado,
O que a vida lhe traria.
Num cesto de verga,
Mão cheia de alegria.
Ou não fosse o facto,
De ter nascido nesse dia.
Despercebido nascimento.
Ou quiçá às escondidas.
Vincando o seu firmamento.
Conquistando novas vidas.
Seu horizonte agarrou.
O mundo abraçou.
Em sabedoria cresceu.
Com tudo o que Deus lhe ofertou!
Paulo Gonçalves
quinta-feira, 6 de abril de 2017
O MEU BEIRAL
O luar mesmo à tardinha,
Se agiganta ao meu beiral.
A passarada rodopia.
Num tom celestial!
Quem me dera, assim voar,
Numa cantinela singela.
Com sons mansos de embalar,
A cantoria mais bela.
Adormeceu já, o sol!
Reina a prata e o frescor.
No meu beiral, tao belo.
Sonhei com o teu meu amor!
Dois corações, duas vidas.
Dois percursos de saudade.
No meu inesquecível beiral,
Somamos felicidade!
Paulo Gonçalves
Se agiganta ao meu beiral.
A passarada rodopia.
Num tom celestial!
Quem me dera, assim voar,
Numa cantinela singela.
Com sons mansos de embalar,
A cantoria mais bela.
Adormeceu já, o sol!
Reina a prata e o frescor.
No meu beiral, tao belo.
Sonhei com o teu meu amor!
Dois corações, duas vidas.
Dois percursos de saudade.
No meu inesquecível beiral,
Somamos felicidade!
Paulo Gonçalves
terça-feira, 4 de abril de 2017
ILUSÃO
Sou inútil ao teu amor,
Não comando o teu coração.
Nem supremacia encontro.
Nos braços da tua paixão!
São reveladores os teus beijos,
Criados com imaginação.
Sentimentos ilusórios
De uma pura obrigação.
Não se pagam as carícias,
Com sentido material.
Desejava nos meus sonhos.
Que esse amor fosse real.
Paulo Gonçalves
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Meu Pequeno Caderninho
O caminho da felicidade,
Num caderninho, eu escrevi.
Sempre tentei alcançar.
Mas não li...mas não li.
Eu quis chegar ao céu.
Desejo que percorri.
Eu ambicionei o sol!
Mas não vi...mas não vi.
No meu caderninho de infância
Tantos sonhos eu escrevi
Quis ve-lo, um destes dias
E constatei que o perdi...
Que o perdi!
Paulo Gonçalves
quarta-feira, 29 de março de 2017
CAMINHO, VERDADE E VIDA (5ª SÉRIE)
34
Por vezes, no
caminhar da minha vida, questiono; por que motivo me sinto tão só?
Muitas vezes imagino
o momento em que um dia morrerei e penso… eu estarei sozinho. Ainda que nesse
exato momento, me encontre rodeado de pessoas, só eu morrerei e esse facto não
impedirá a minha morte. Quão insignificantes somos! Não escolhemos nascer e nem
sequer escolhemos a hora da nossa morte. Espero saber reconhecer sempre, que a
minha vida não é minha e sim de quem me ofereceu. Que na hora da morte, esteja
comigo quem me enviou. Que eu seja digno de ser recebido de braços abertos pelo
meu criador e amigo, que me tem levado ao colo em todos os dias da minha vida.
Ámen!
Paulo Gonçalves
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