quinta-feira, 25 de agosto de 2011

OS SANTOS DA SEMANA


(Semana 35)
28.08.11 – Stº Agostinho
29.08.11 – Degol. De S. João Baptista
30.08.11 – S. Juvenal
31.08.11 – S. Amado
01.09.11 – Stª Beatriz da Silva
02.09.11 – S. Eleázer
03.09.11 – S. Gergório Magno
Paulo Gonçalves 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

MÚSICAS A MARIA

OS SANTOS DA SEMANA


(Semana 34)
21.08.11 – S. Pio X
22.08.11 – Virgem Stª. Maria Rainha
23.08.11 – Stª Rosa de Lima
24.08.11 – S. Bartolomeu
25.08.11 – S. Luís Rei de França
26.08.11 – S. Zeferino
27.08.11 – S. José de Calazans
Paulo Gonçalves 

A FRASE DA SEMANA


O amor não é discriminatório. Um pai e uma mãe que amam os seus filhos fazem-no de forma igual, não excluindo nenhum.
(Paulo Gonçalves)

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

BARÓMETRO PENICHE LIVRE (2ª SÉRIE)

Gaivotas e Passeios (3)

É visível a quem passear um pouco, pelas ruas de Peniche, os grandes aglomerados de gaivotas. Verificamos constantemente que as ruas estão sujas e que não há carro que escape.
Na tradicional Avenida do Mar, assistimos ao seu rodopiar junto aos restaurantes. As pessoas acham-lhes graça no entanto continuam a ser aplicadas medidas para controlar a população das gaivotas de forma a tornar-se visível a sua redução. Caso contrário, seremos entretanto, atacados por elas. Quando a fome aperta…

Paulo Gonçalves

Festas de Nª Srª Boa Viagem Ontem e Hoje


Capitulo 3
As festividades de Nossa senhora da Boa Viagem aconteciam ao fim de semana. Na segunda-feira de manhã realizava-se a Procissão de S. Pedro Gonçalves Temo e de tarde os pescadores regressavam à faina do mar. Esta situação terminou e foi decretado que a segunda-feira seria feriado municipal, aumentado o número de dias da festa que passou a ser Sábado, Domingo e Segunda, concedendo assim, um dia de descanso aos pescadores. No final dos anos 70 a festa passou a contar com quatro dias de duração prolongando-se  até terça-feira, o que se mantém até hoje. A par do programa religioso contou-se sempre com o lado recreativo. Bandas, Noites de Folclore e de fados, bailes, sardinhada oferecida, desfiles e actuações de bandas, vacadas, fogo preso, aquático e aéreo fizeram sempre as delicias dos penichenses.
Paulo Gonçalves

EVANGELHOS


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt 14,22-33)
Depois de ter saciado a fome à multidão, Jesus obrigou os discípulos a subir para o barco e a esperá-l’O na outra margem, enquanto Ele despedia a multidão. Logo que a despediu, subiu a um monte, para orar a sós. Ao cair da tarde, estava ali sozinho. O barco ia já no meio do mar, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o mar, assustaram-se, pensando que fosse um fantasma. E gritaram cheios de medo. Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo: «Tende confiança. Sou Eu. Não temais». Respondeu-Lhe Pedro: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas». «Vem!» – disse Jesus. Então, Pedro desceu do barco e caminhou sobre as águas, para ir ter com Jesus. Mas, sentindo a violência do vento e começando a afundar-se, gritou: «Salva-me, Senhor!» Jesus estendeu-lhe logo a mão e segurou-o. Depois disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?» Logo que saíram para o barco, o ventou amainou. Então, os que estavam no barco prostraram-se diante de Jesus, e disseram-Lhe: «Tu és verdadeiramente o Filho de Deus».
Fonte. Bíblia Sagrada

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Boa Viagem

Ventos de Poesia"
Por meu livre pensamento.
Avisto ao longe aquele barco.
Que insiste em navegar,
Contra o vento…
Contra o tempo…
Com Maria, seu contentamento.
Aos seus pés, ajoelhado, reza,
A vida, em suas mãos coloca.
Naquele barco navega,
A sua esperança invoca!
No mar com outros barcos se apruma.
Nesta viagem enlaça e faz jus.
Louvor, amor e graça.
Ao seu messias, Jesus!
Que em seu peito oprimia
A dor e o medo!
Nele o contentamento,
Que da confiança aprouver,
Ou não fosse esta mulher.
A base do seu sustento.
Em alma, o seu alimento…

Paulo Gonçalves

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Procissão No Mar

"Ventos de Poesia"
Barcos que desfilam no mar
Portadores de graça, beleza e cor
Testemunhas em clamor
Por quem os orienta
Em suas vidas sustenta
A força do amor
E a segurança apascenta.

No sentido de conduzir
Estas vidas, a bom Porto
Tudo, em seu regaço entregam.
Porque Maria é mãe,
E em seu coração navegam.

Paulo Gonçalves

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Arraial

"Ventos de Poesia"


Naquele Campo da Torre
De sonhos e ilusões
Tantos momentos vividos
Sorrisos, emoções.
Gaivotas esvoaçando
Céu imenso de mar
Palpita o meu coração
A magia está a chegar
Sem fronteiras ou barreiras
Navego para outra margem
Ficou para mim inesquecível
A Festa desta viagem
Humildade e grandeza
Vivência que nos move
Ó felicidade vivida
Naquele Campo da Torre

Paulo Gonçalves

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Peniche

"Ventos de Poesia"

Parecendo tocar o Céu
…Terra árdua e bela
Quadro no meu horizonte
Como se fosse uma tela!
Das mãos do seu criador
Moldou-se-lhe a beleza
Cantinho à beira-mar
Prodígio da Natureza
Terra que pulsas em sentimento
Lágrimas, dor e louvor.
No coração de tua mãe
Entregas o teu amor.

Paulo Gonçalves

MONSENHOR BASTOS E A FESTA


No final dos anos quarenta, as Festividades em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem foram alvo de profundas alterações. Era urgente solidificar as manifestações de fé tão debilitadas e alteradas na sua essência. O incremento imposto pelo Monsenhor Bastos, (Então Padre Bastos), foi essencial na consolidação desta tradição.
O momento da Procissão no Mar foi definitivamente denominado como o mais alto destas festividades. Esta grande e única celebração passou a acontecer anualmente sem interrupções. O apelo a todas as embarcações para participarem nesta grandiosa manifestação de fé, (Única no país), trouxe até nós embarcações de diversos portos, que vinham desfilar juntamente com as nossas. As embarcações eram cuidadosamente enfeitadas com bandeirinhas de papel, de diversas cores. No final esta procissão era engrandecida com um espectacular fogo de Artificio. Maria era assim, grandiosamente enaltecida, através da fé e confiança nela depositada pelos pescadores e população.
Esta procissão tem na sua essência, o marcado cunho pessoal de Monsenhor Bastos.
Salve! Salve estrela-do-mar!

Paulo Gonçalves

Ventos de Poesia

Porque me foi pedido cá vai...

Minha Saudosa Janela


Saudosos momentos, vivi.
Naquela janela Norte
Vi caras rudes, caras alegres
E senti o vento forte.
Os telhados tão velhinhos.
Crianças a brincar.
Uns portões de entrada,
Alimentaram o meu sonhar.
Dali também vi,
Igreja onde me baptizei.
Foguetes daquela festa
Que sempre adorei.
Emoções que senti.
Alegria bem forte.
Sonhei… como sonhei…
Naquela janela Norte!

Paulo Gonçalves